O iPhone 16 cai 46% na Amazon e pode ser comprado por R$ 4.198 no pagamento via Pix, desde que o consumidor insira o cupom ESQUENTA100 no aplicativo da varejista. O abatimento ante o preço oficial de lançamento — R$ 7.799 para a versão com 128 GB — é o maior já registrado pelo modelo, superando até mesmo o período de Black Friday.
A redução acontece às vésperas da próxima grande apresentação da Apple, na qual o CEO Tim Cook deve anunciar a linha iPhone 17. Entre os aparelhos previstos está o iPhone 17e, sucessor direto do atual iPhone 16e. Essa proximidade de um novo lançamento ajuda a explicar o movimento agressivo de preço observado no varejo brasileiro.
A mecânica da oferta relâmpago
Para aproveitar o desconto é necessário:
1. Baixar ou atualizar o aplicativo da Amazon no iOS ou Android;
2. Selecionar o iPhone 16 de 128 GB (cor a escolha do estoque);
3. Inserir o cupom ESQUENTA100 no campo “Adicionar cupom de desconto”;
4. Escolher o Pix como forma de pagamento, que garante a maior economia.
A soma do selo “ESQUENTA100” com o pagamento instantâneo reduz o valor final para R$ 4.198, preço que coloca o iPhone 16 em um patamar competitivo até mesmo frente a tops de linha do ecossistema Android vendidos no Brasil.
Por que o preço despencou?
Descontos expressivos em produtos Apple não são comuns, mas seguem uma lógica clara de mercado. O calendário da empresa costuma concentrar novos iPhones no segundo semestre, forçando varejistas a liquidar estoques restantes da geração anterior para abrir espaço às novidades. Este ano não é diferente. Rumores confiáveis indicam que o iPhone 17e será apresentado ainda neste semestre, e a proximidade cria urgência para girar as prateleiras.
Outro fator é o câmbio. O dólar comercial teve recuo pontual nas últimas semanas, permitindo aos importadores recalibrar preços sem perder margem. Somado a isso, campanhas de datas promocionais — como o “esquenta” para o Dia dos Pais e para a própria Semana da Apple que costuma anteceder o evento de setembro — oferecem o pano de fundo perfeito para vantagens temporárias.
O que mantém o iPhone 16 relevante em 2024
Mesmo prestes a ceder o posto de “modelo mais atual”, o iPhone 16 preserva características que o posicionam entre os smartphones mais completos do mercado:
Câmeras duplas de 48 MP + 12 MP
O sensor principal de 48 MP, abertura f/1.6, entrega fotos detalhadas em cenários de baixa ou alta luminosidade. A lente ultrawide de 12 MP amplia o ângulo para paisagens ou grupos de pessoas, garantindo versatilidade sem precisar “zoomar” para trás.
Modo Cinema e Estilos Fotográficos
Recursos de software possibilitam mudar foco de maneira automática em vídeos ou aplicar perfis de cor pré-definidos nas fotos, aproximando a experiência do usuário a câmeras profissionais.
Botão de Controle da Câmera
Introduzido nesta geração, facilita a alternância entre modos e lentes, algo antes acessível somente via tela. Para quem grava conteúdo em movimento, o botão reduz toques e ajuda a não perder a cena.
Chip Apple A18 com 8 GB de RAM
Embora a Apple não compare números em GHz, testes práticos confirmam que o processador A18 sobra para jogos pesados, edição de vídeo 4K e multitarefa exigente. Com 8 GB de RAM — valor alto para padrões da empresa —, o aparelho navega entre aplicativos sem recarregar telas frequentemente.
Recarga rápida de 25 W e MagSafe
O aparelho aceita energia via cabo USB-C ou carregadores sem fio compatíveis com MagSafe. A Apple promete 0 % a 50 % em 30 minutos quando se utiliza fonte de 25 W.
Longevidade de software
A marca costuma liberar grandes versões do iOS por pelo menos cinco a seis anos após o lançamento original. Para quem comprar em 2024, isso significa atualizações até, pelo menos, 2029 ou 2030 — um ciclo que pouquíssimos concorrentes oferecem.
Rumores do iPhone 17e: o que se sabe até agora
Oficialmente, a Apple não comenta produtos futuros. Entretanto, analistas como Ming-Chi Kuo e veículos como Bloomberg indicam que o iPhone 17e pode manter a estratégia de preço mais acessível, repetindo a política do iPhone 16e. Eis o cenário mais citado pelas fontes:
• Câmera traseira única — solução para cortar custos, mas sem prejudicar usuários que priorizam redes sociais e fotos simples.
• Mesmo chip do iPhone 17 — repetindo a lógica de herdagem do iPhone 16e, que já compartilha processador com o iPhone 16.
• Tela de 60 Hz — painel tradicional, sem ProMotion, para diferenciar dos modelos Pro.
• Bateria ligeiramente maior — resposta a críticas sobre autonomia do 16e.
Esses pontos reforçam a ideia de que, mesmo após o anúncio da família 17, o iPhone 16 básico continuará oferecendo câmera extra e tela com taxa adaptativa de 120 Hz — dois atributos que provavelmente ficarão restritos às variantes mais caras da linha 17.
Comparativo: iPhone 16 vs. iPhone 16e
Quem está na dúvida entre aproveitar o desconto no 16 ou esperar queda adicional no 16e deve considerar:
Desempenho: as duas versões usam o Apple A18, porém o iPhone 16 conta com GPU de cinco núcleos, contra quatro do 16e. Na prática, jogos e apps 3D entregam 10 % a 15 % mais quadros por segundo no modelo superior.
Câmeras: duas lentes no 16 contra uma no 16e. Isso dá flexibilidade para quem curte paisagens ou precisa capturar ambientes internos sem recuar.
Bateria: a ficha técnica indica vantagem de alguns miliampere-hora para o 16e, mas o modelo de 25 W de recarga no 16 compensa parte da diferença.
Análise de custo-benefício
Colocar R$ 4.198 em perspectiva exige olhar concorrentes diretos. Abaixo, preços médios de flagships à vista no mesmo período:
• Samsung Galaxy S24 (128 GB): R$ 4.499
• Google Pixel 8 (128 GB, importado): R$ 4.299
• Motorola Edge 50 Pro (256 GB): R$ 3.999
• iPhone 15 (128 GB, geração anterior): R$ 4.999
Imagem: Thássius Veloso
Embora o Edge 50 Pro apresente valor ligeiramente menor, o iPhone 16 garante desempenho sustentado por mais anos de atualizações, além da possibilidade de revenda com preço residual historicamente superior. Para usuários que priorizam consistência de câmera, estabilidade de software e integração com ecossistema Apple (Apple Watch, AirPods, Mac), o pacote se torna particularmente atrativo.
Dicas para comprar com segurança
Mesmo que a Amazon seja reconhecida, alguns cuidados reforçam a tranquilidade:
Verifique o vendedor: assegure-se de que o aparelho é vendido e entregue pela própria Amazon.com.br ou por parceiro com nota acima de 4,5.
Confirme o cupom: digite ESQUENTA100 exatamente, sem espaços adicionais. O aplicativo sinaliza que o código foi aplicado antes do pagamento.
Use Pix em aparelho confiável: finalize a transação em rede Wi-Fi segura e evite Wi-Fi público para copiar o QR Code.
Armazene comprovantes: salve o recibo da transação Pix e o e-mail de confirmação da Amazon; eles facilitam atendimentos futuros.
Mercado de smartphones: como a Apple lida com estoques
Com cadeias de suprimento cada vez mais complexas, a Apple tenta minimizar excedentes por meio de projeções de vendas e contratos flexíveis com fabricantes como Foxconn. Ainda assim, o “vazamento” de algumas unidades — repassadas a distribuidores a preços melhores — gera oportunidades de descontos regionais. Foi assim em 2023, quando o iPhone 14 chegou a recuar 40 % em certas lojas brasileiras antes da linha 15.
No Brasil, o fenômeno tende a ser mais perceptível, pois as margens locais já incorporam impostos altos. Logo, qualquer alívio no câmbio ou no frete internacional se traduz em cortes substanciais ao consumidor final.
Testes práticos: como o iPhone 16 se sai no dia a dia
Para além das especificações, a experiência concreta foi analisada por laboratórios independentes. Entre os pontos de destaque:
Gravação de vídeo: captura em 4K a 60 fps, com estabilização óptica e foco automático rápido. Youtubers que migraram do iPhone 13 relatam menos ruído em cenários noturnos.
Jogo prolongado: sessões de 30 minutos em “Genshin Impact” mantêm taxa de quadros média de 58 fps, com aquecimento moderado graças ao novo sistema de dissipação.
Bateria real: consumo em streaming de vídeo (Wi-Fi, brilho 50 %) cravou 9 h 52 min. É um salto de quase 1 h quando comparado ao iPhone 15.
Vale esperar o iPhone 17e?
Decisão depende do perfil do usuário. Quem:
• Não precisa de câmera extra;
• Prefere produto mais recente para revender depois;
• Tolera eventuais filas e preços iniciais mais altos;
pode aguardar o evento de anúncio. Entretanto, a curva histórica mostra que novos iPhones chegam ao Brasil meses após o lançamento internacional, e raramente abaixo de R$ 6.000 na fase inicial. Assim, quem precisa trocar de aparelho imediatamente ou deseja saltar de gerações bem antigas (iPhone 11, XR) encontra no desconto atual a chance de economizar mais de R$ 2.000 sem grandes sacrifícios técnicos.
Como reservar crédito e planejar a compra
Se o orçamento ainda não comporta R$ 4.198 à vista, a Amazon oferece parcelamento em até 10 vezes sem juros no cartão, mas sem o cupom ESQUENTA100. Uma estratégia híbrida é parcelar em três ou quatro vezes e quitar as parcelas antecipadamente quando possível, reduzindo encargos de IOF. Outra possibilidade é vender o iPhone antigo em marketplaces especializados, cuja base de usuários Apple costuma pagar melhor que lojas de trade-in.
Impacto da promoção na cadeia de revenda
Especialistas em consumo observam que liquidações tão agressivas alteram tabelas de seminovos. Modelos como iPhone 14 e 15 sofrem depreciação imediata quando o público percebe que pode acessar um aparelho mais novo por valor similar. É provável que lojistas de usados reajam, baixando preços de entrada para manter estoque em giro.
Conclusão
A oferta que faz o iPhone 16 cai 46% na Amazon não é apenas mais um desconto sazonal; ela reflete uma engrenagem complexa envolvendo lançamento iminente, gestão de inventário e cenário macroeconômico favorável. Para o consumidor brasileiro, acostumado a valores tradicionalmente altos em produtos Apple, pagar pouco acima dos R$ 4.000 por um topo de linha de última geração — com garantia oficial e suporte de longa data — representa uma oportunidade rara.
Antes de decidir, avalie seu perfil de uso, pese a importância de ter dois sensores fotográficos versus a expectativa pelo iPhone 17e e, sobretudo, verifique se a compra cabe no orçamento sem comprometer finanças essenciais. Se todos os sinais apontarem para o sim, é improvável que outro corte de preço semelhante aconteça tão cedo.
Com informações de Tecnoblog