Novos Xiaomi homologados Anatel: Poco F8 Pro lidera lançamento no Brasil

Os Novos Xiaomi homologados Anatel já têm lugar garantido no mercado brasileiro: Poco F8 Pro, Poco X8 Pro 5G, Poco M8 Pro 5G e Redmi Note 15 Pro+ passaram pela agência reguladora e preparam-se para desembarcar nas prateleiras nacionais nas próximas semanas.

A certificação obtida confirma especificações robustas, suporte a 5G e carregamento ultrarrápido de 100 W, consolidando a estratégia da fabricante chinesa de disputar as faixas intermediária e premium com um portfólio diversificado. Ainda sem preços divulgados, os aparelhos já geram expectativa entre consumidores, varejistas e operadoras.

Neste artigo você confere todos os detalhes oficiais disponíveis, o que esperar de disponibilidade, como cada modelo se posiciona no line-up global da marca e por que a homologação é um passo decisivo para a chegada de qualquer smartphone ao País.

O que significa a homologação pela Anatel?

Todo dispositivo que emite radiofrequência precisa de autorização da Agência Nacional de Telecomunicações para ser comercializado legalmente no Brasil. No caso dos Novos Xiaomi homologados Anatel, isso garante que Wi-Fi, Bluetooth, NFC e, sobretudo, o 5G operem dentro dos padrões técnicos exigidos pelas operadoras brasileiras.

A certificação envolve testes de segurança elétrica, compatibilidade eletromagnética, eficiência de antenas e avaliação de carregadores e baterias. Após a aprovação, cada produto recebe um número de homologação impresso no corpo ou na embalagem, e o processo permite a importação oficial em escala pelas distribuidoras parceiras da Xiaomi.

Quais são os modelos confirmados?

A papelada protocolada pela fabricante revela quatro celulares prontos para chegar ao País:

Poco F8 Pro (modelo 2312FPC5G)
Poco X8 Pro 5G (modelo 2511FPC34G)
Poco M8 Pro 5G (modelo 2510EPC8BG)
Redmi Note 15 Pro+ (modelo 2510ERA8BG)

Todos os certificados foram emitidos entre janeiro e fevereiro de 2024, o que sugere um cronograma de lançamento quase simultâneo. A seguir, examinamos cada aparelho em profundidade.

Poco F8 Pro: potência em alto nível

Topo de linha entre os Novos Xiaomi homologados Anatel, o Poco F8 Pro chega com o inédito Snapdragon 8 Elite, fabricado pela Qualcomm no processo de 4 nm. O octa-core de frequência máxima ainda não divulgada promete desempenho comparável ao Snapdragon 8 Gen 3, mas com otimizações térmicas específicas para a linha Poco.

Memória e armazenamento – 12 GB de RAM LPDDR5X e opções de 256 GB ou 512 GB UFS 4.0 garantem velocidade de leitura e escrita elevada, condição essencial para rodar Android 16 e a nova HyperOS 3 com folga.

Câmeras – O conjunto triplo traz sensor principal de 50 MP com PDAF multidirecional, OIS e EIS; teleobjetiva de 50 MP com zoom óptico de 2,5 × também estabilizada; e ultrawide de 8 MP. Na frente, selfies de 20 MP prometem boa performance em chamadas de vídeo e redes sociais.

Tela e áudio – O painel AMOLED de 6,59″ suporta Dolby Vision e HDR10+, atingindo brilho de pico superior a 1.300 nits, segundo documentos enviados à Anatel. O aparelho mantém alto-falantes estéreo calibrados pela Harman AudioEFX.

Bateria e carregamento – A célula de 6.200 mAh utiliza ânodo de silício-carbono, tecnologia que aumenta a densidade energética. O carregador MDY-19-ER de 100 W incluso na caixa promete recarga de 0 a 100 % em aproximadamente 27 minutos.

Poco X8 Pro 5G: novidade ainda não anunciada

Diferentemente do F8 Pro, o Poco X8 Pro 5G nem sequer foi revelado globalmente, mas já consta entre os Novos Xiaomi homologados Anatel. A certificação cita o processador Dimensity 8500 Ultra, fabricado pela MediaTek em 4 nm na TSMC.

Esse chip traz um núcleo ARM Cortex-A725 rodando a 3,4 GHz, três A725 a 3,2 GHz e quatro A520 a 2,2 GHz, além da GPU Mali-G720 MC8 e da NPU 880. Na prática, o aparelho deve se posicionar acima do Dimensity 8200 e brigar com rivais equipados com Snapdragon 7+ Gen 2.

Bateria e acessórios – O Poco X8 Pro 5G herda a bateria BM6Q de 6.500 mAh e o mesmo carregador de 100 W. A presença do adaptador na embalagem é um diferencial em um momento em que várias fabricantes abrem mão do acessório para reduzir custos.

Conectividade – Wi-Fi 6 de duas bandas, Bluetooth 5.x e NFC completam a lista. Ausência notável é o Wi-Fi 6E, que opera em 6 GHz; contudo, isso não deve afetar a maioria dos roteadores domésticos atuais.

Design – Fotos anexadas ao processo mostram módulo de câmera retangular, laterais planas e um acabamento fosco que lembra o Poco X6 Pro. É provável que o lançamento global traga as mesmas três opções de cor vistas em vazamentos: preto, azul-gelo e laranja-grafite.

Poco M8 Pro 5G e Redmi Note 15 Pro+: semelhanças e diferenças

Ambos compartilham a base de hardware, mas seguem filosofias de design distintas. O Poco aposta em um visual “gamer light”, com traseira em plástico de dupla textura, enquanto o Redmi investe em materiais que imitam couro ou usam plástico reforçado com fibra.

Processador – Snapdragon 7s Gen 4, também fabricado em 4 nm. Embora leve a designação “7s”, o chip está mais próximo dos Snapdragon 778 G, entregando equilíbrio entre consumo e desempenho.

Tela – Painel AMOLED de 6,83″, taxa de atualização adaptativa de 120 Hz, compatibilidade com Dolby Vision e HDR10+. Com esse tamanho, ambos entram na categoria de phablets.

Bateria e carregamento – 6.500 mAh de capacidade e recarga de 100 W. A Xiaomi reforça que as células suportam 1.000 ciclos antes de atingir 80 % da saúde original, superando o ciclo padrão de 800 ciclos das baterias convencionais.

Câmeras – A principal distinção surge aqui: o Redmi Note 15 Pro+ utiliza sensor de 200 MP, provável ISOCELL HP3 da Samsung, enquanto o Poco M8 Pro 5G se contenta com 50 MP. Ambos têm ultrawide de 8 MP e câmera frontal de 16 MP.

Impacto no portfólio da Xiaomi no Brasil

Com a chegada dos Novos Xiaomi homologados Anatel, a empresa cobre quatro pontos estratégicos de preço: faixa de entrada-premium (Poco M8 Pro 5G), intermediário superior (Poco X8 Pro 5G), intermediário-premium com foco em câmera (Redmi Note 15 Pro+) e flagship killer (Poco F8 Pro).

A estratégia reflete a rápida evolução do mercado brasileiro, no qual Samsung e Motorola disputam cada nicho com dezenas de variantes. Ao oferecer múltiplas linhas, a Xiaomi dilui riscos e se aproveita do forte recall das séries Redmi e Poco.

Mercado brasileiro de smartphones em 2024

Segundo consultorias especializadas, o Brasil deve fechar 2024 com 49 milhões de unidades vendidas, crescimento de 6 % sobre o ano anterior. Dispositivos 5G já superam 35 % do total. A homologação dos novos modelos reforça a tendência de massificação da quinta geração, agora presente em mais de 160 cidades.

Em paralelo, o tíquete médio saltou para R$ 2.200, inflado por consumidores que buscam maior longevidade de hardware. Esse cenário favorece aparelhos intermediários-premium, segmento em que os novos Xiaomi se encaixam.

Estratégia de preços: o que esperar?

A Xiaomi ainda não divulgou valores oficiais, mas algumas pistas podem ser extraídas de lançamentos anteriores. Historicamente, a marca aplica margem de 25 % a 35 % sobre o preço global convertido com impostos.

Se o Poco F8 Pro custar US$ 599 lá fora, por exemplo, poderíamos vê-lo chegar por algo entre R$ 4.499 e R$ 4.999. Já o Redmi Note 15 Pro+ tem chance de ficar na casa dos R$ 3.299, enquanto o Poco M8 Pro 5G deve partir de R$ 2.599. O Poco X8 Pro 5G, sem preço internacional de referência, é o maior ponto de interrogação, mas deve posicionar-se próximo aos R$ 3.799.

Vale notar que a companhia costuma realizar campanhas de “early bird” oferecendo cupons de R$ 200 a R$ 400 para os primeiros compradores, o que ajuda a impulsionar as vendas iniciais.

Conectividade e suporte a redes 5G

Todos os Novos Xiaomi homologados Anatel suportam 5G NSA e SA nas bandas n1, n3, n7, n28 e n78, essenciais para o funcionamento nas frequências Sub-6 utilizadas no Brasil. O Poco F8 Pro e o Redmi Note 15 Pro+ ainda trazem compatibilidade com a n40, potencialmente útil para roaming ou adoção futura.

No Wi-Fi, a fabricante aposta em múltiplas faixas: Wi-Fi 6E (nos modelos equipados com Snapdragon 7s Gen 4), Wi-Fi 6 (Dimensity 8500 Ultra) e Wi-Fi 7 (Snapdragon 8 Elite). Em ambientes urbanos densos, essa diversidade tecnológica garante maior estabilidade de conexão.

Tendências de bateria e carregamento ultrarrápido

A adoção maciça de carregadores de 100 W coloca a Xiaomi à frente das rivais, que em geral limitam-se a 25 W ou 45 W nas linhas Galaxy e 30 W na Motorola. Além da velocidade, os novos modelos utilizam ânodo de silício-carbono, que armazena mais íons de lítio por volume, elevando a densidade energética em até 12 %.

Outro recurso interessante é o Adaptive Charge, algoritmo que aprende o hábito de recarga do usuário para reduzir o ritmo quando o telefone permanece conectado durante a noite, minimizando o desgaste na tensão.

Câmeras de alta resolução: fotografia móvel em foco

O mercado brasileiro passou a valorizar megapixels elevados, impulsionado por campanhas publicitárias de sensores de 108 MP e mais recentemente 200 MP. A Xiaomi capitaliza esse movimento com o Redmi Note 15 Pro+, cujo sensor de 1/1.4″ promete capturar 16 % mais luz que o componente de 1/1.52″ usado em gerações passadas.

No topo da cadeia, o Poco F8 Pro atrela alta resolução a OIS na lente principal e também na teleobjetiva, permitindo zoom óptico sem perda. Para criadores de conteúdo, a gravação em 8K 30 fps ou 4K 120 fps deve ser o grande destaque do dispositivo.

Interface HyperOS 3 e Android 16: o que muda para o usuário?

A HyperOS 3 chega como sucessora direta da MIUI, focando em desempenho, design plano e integração com aparelhos IoT da marca. Entre as novidades confirmadas para os Novos Xiaomi homologados Anatel estão:

• Motor de animações Vela – consome até 22 % menos CPU.
• Tela de bloqueio personalizável – com widgets ativos.
• Compartilhamento multimídia – espelhamento rápido com TVs Xiaomi e tablets Pad 6.
• Atualizações de segurança mensais – durante três anos para todos os modelos.

Os aparelhos contarão ainda com dois upgrades de versão do Android, o que significa suporte oficial até Android 18 ou 19, dependendo do ciclo global da Google.

Capilaridade de vendas e canais oficiais

Desde 2023 a Xiaomi opera no Brasil por meio da distribuidora DL Eletrônicos, que coordena importação, garantia e SAC. Os Novos Xiaomi homologados Anatel serão vendidos em:

• Lojas próprias Mi Store – atualmente 29 unidades físicas.
• Marketplace da própria marca – mi.com/br e app Mi Store.
• Varejistas parceiros – Americanas, Magazine Luiza, Mercado Livre, Amazon, entre outros.
• Operadoras – negociações em curso com Vivo e Claro para bundles com plano 5G.

A cobertura do pós-venda inclui 54 assistências técnicas autorizadas espalhadas por todas as capitais e principais regiões metropolitanas.

O papel da linha Poco no ecossistema Xiaomi

Criada em 2018, a marca Poco tornou-se sinônimo de “flagship killer”, oferecendo especificações premium a preços agressivos. Hoje o ecossistema da Xiaomi se divide em quatro frentes principais: Mi (segmento premium), Redmi (entrada e intermediário), Poco (intermediário-premium focado em performance) e Black Shark (gamer).

Com os Novos Xiaomi homologados Anatel, a Xiaomi reforça a proposta de valor da linha Poco, que se destaca por:

• Processadores topo de linha com custo menor;
• Design agressivo voltado ao público jovem;
• Prioridade em atualizações de software que melhoram FPS em jogos;
• Participação ativa em comunidades online que testam e reportam bugs.

Quando os novos Xiaomi homologados Anatel chegam às lojas?

A distribuição costuma ocorrer de duas a quatro semanas após a homologação. Como o Poco X8 Pro 5G recebeu o aval em 19 de fevereiro e os outros aparelhos em datas próximas, a expectativa é de que a Xiaomi realize um evento oficial ainda em março, com início das vendas até o começo de abril.

Varejistas consultados pelo Tecnoblog mencionam treinamentos de equipe marcados para a segunda quinzena de março, o que corrobora o cronograma. Promoções de pré-venda devem incluir fones Redmi Buds 5 ou pulseiras Mi Smart Band 8 como brindes.

Como esses lançamentos podem mexer com a concorrência?

Samsung e Motorola lideram o mercado brasileiro, mas desde 2022 a Xiaomi se mantém estável em terceiro lugar, com 15 % de participação. Ao trazer os Novos Xiaomi homologados Anatel, a empresa pressiona especialmente a Motorola, que tem apostado em carregamento de 68 W e sensores de 50 MP, inferiores aos de 100 W e 200 MP das novas séries.

Outro efeito colateral recai sobre a faixa de preço entre R$ 2.500 e R$ 3.500, em que modelos como Galaxy A55 5G e Motorola Edge 40 Neo passarão a enfrentar competidores com processadores mais avançados e baterias de maior capacidade.

Dicas para quem pensa em importar ou aguardar o lançamento nacional

Com a proximidade da chegada oficial, importar pode não ser a melhor alternativa. Além do imposto de importação de 60 % sobre o valor declarado, há risco de cobrança de ICMS estadual, atraso de garantia e possível ausência de bandas 5G compatíveis.

Ao optar pela versão nacional, o consumidor obtém garantia de 12 meses, suporte técnico facilitado e carregador com plugue brasileiro. Outro ponto relevante é a compatibilidade com o sistema de pagamentos por aproximação: a NFC dos Novos Xiaomi homologados Anatel é testada para operações com bancos locais.

Conclusão

A homologação de Poco F8 Pro, Poco X8 Pro 5G, Poco M8 Pro 5G e Redmi Note 15 Pro+ marca o início de uma nova rodada de lançamentos da Xiaomi no Brasil. Com chips de última geração, telas AMOLED de alta taxa de atualização, baterias de grande capacidade e recarga de 100 W, os modelos têm potencial para redefinir o custo-benefício nas faixas intermediária e premium.

Se mantiver a política de preços agressivos, a marca chinesa deve aumentar sua fatia de mercado ainda em 2024. Para o consumidor, a notícia significa mais opções, mais desempenho e, principalmente, mais competição, fator que historicamente puxa o preço médio para baixo.

Agora, resta acompanhar o anúncio oficial para confirmar valores, cores e combos de pré-venda. A julgar pelas especificações já conhecidas, os Novos Xiaomi homologados Anatel prometem conquistar quem busca recursos de topo de linha sem desembolsar valores de um verdadeiro flagship.

Com informações de Tecnoblog

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